A INVASÃO DA HERANÇA QUILOMBOLA
RIO - Na língua portuguesa, a palavra quilombo está definitivamente associada à causa racial, designando os redutos constituídos no Brasil colonial pelos negros fugidos da escravidão. Para alguns países de língua espanhola, porém, o termo ganha outras definições. Na Argentina, que não recebeu mão-de-obra africana em profusão como o Brasil, usa-se "quilombero" para falar de uma pessoa baderneira e quilombo como sinônimo de... prostíbulo. É provável que esses países se surpreendam com a exposição fotográfica Quilombolas, tradições e cultura da resistência, que, depois de fazer sucesso nas principais cidades brasileiras, começa agora a exibir pelas Américas a realidade de 10 comunidades afro-brasileiras remanescentes dos quilombos. Passa, com patrocínio da Petrobras, por países como Equador, Venezuela, México, Uruguai e Bolívia, entre outros.
A mostra, que já tem agendadas mais 10 etapas no Brasil em 2009, traz 40 imagens em negativo convencional preto-e-branco do fotógrafo André Cypriano. O artista percorreu 10 estados brasileiros, em busca dos mais remotos quilombares, querendo preservar a sua memória.
- Cada país da América tem uma relação diferente com a escravidão e com as questões raciais - avalia Cypriano. - A exposição vai poder quebrar a ligação pejorativa que alguns países têm com a palavra quilombo. É até engraçado imaginar um cartaz enorme em Buenos Aires, com o nome da mostra... Vão pensar que é uma exposição sobre prostíbulos.
Espaço de resistência
Muitos brasileiros desconhecem a existência de comunidades quilombolas até hoje, acreditando que sua formação foi um acontecimento histórico pontual, que acabou junto com o fim da escravidão. Curadora da exposição, Denise Carvalho acredita que o sucesso de Quilombolas rompeu barreiras em seu próprio país.
- Mesmo no Brasil, a idéia que se tem do quilombo não é sempre exata, e em alguns casos ainda fica limitada a questões folclóricas ou romantizadas - observa Denise. - A exposição serviu para revelar ao público essa realidade, tanto que virou referência no assunto.
As fotos da exposição também aparecem no livro homônimo, lançado em 2006, e que ganha uma nova edição este mês. Quando Cypriano iniciou seu trabalho, em 2005, diversos quilombos haviam sido recentemente descobertos.
Alguns permaneciam quase ou completamente isolados do resto do país. Os mais remotos estão alheios à eletricidade. O Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica da Universidade de Brasília aponta a existência de 2.842 comunidades quilombolas espalhadas por todas as regiões do Brasil.
O ambiente documentado pelo fotógrafo é oposto ao do seu trabalho seguinte, Rocinha, de 2008, que mostra o cotidiano da famosa comunidade carioca. Enquanto a favela se impõe como um espaço antropofágico, no qual múltiplas culturas convivem de forma caótica, o quilombo se apresenta como um lugar de resistência. Tradições seculares resistem às mudanças, trazendo à luz riquezas desconhecidas da ancestralidade africana.
- Diferentemente de um lugar informal como a Rocinha, as comunidades que visitei trazem a marca da resistência - compara Cypriano. - Resistência ao tempo, aos fazendeiros, ao governo... Cada quilombo é diferente do outro, uns são mais unidos, outros apresentam mais diferenças entre seus moradores. Por causa da escravidão, temos uma dívida com os afro-descendentes. É preciso que projetos tragam reconhecimento à raiz africana, para tentar manter essa tradição.
Danças nunca divulgadas
Uma das descobertas mais curiosas são os três irmãos de Cafundó, que se comunicam num antigo idioma africano. São os únicos indivíduos do mundo com conhecimento da língua, que nem existe mais no continente.
- Quando preparei o trabalho, já tinha em mente o que queria: retratos e paisagens - lembra o fotógrafo. - Mas o que eu gosto mesmo é o inesperado, as informações novas que vou encontrando no caminho. Meu trabalho sempre acaba no mistério do desconhecido, que considero a dádiva da vida. Nas comunidades, encontrei músicas e danças que nunca foram divulgadas antes.
Ministro das Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos acredita que o projeto dará mais visibilidade às comunidades quilombares.
- É importante que outras sociedades tenham contato com a existência das comunidades e descubram seu valor histórico - ressalta.
Santos alerta para a necessidade de preservar a história e a cultura quilombolas.
- Ao mesmo tempo em que se descobre essas comunidades isoladas, que mantiveram tradições e forma de comunicação próprias, é preciso estar atento para que não sejam aculturadas.
Uma das descobertas mais curiosas são os três irmãos de Cafundó, que se comunicam num antigo idioma africano. São os únicos indivíduos do mundo com conhecimento da língua, que nem existe mais no continente.
- Quando preparei o trabalho, já tinha em mente o que queria: retratos e paisagens - lembra o fotógrafo. - Mas o que eu gosto mesmo é o inesperado, as informações novas que vou encontrando no caminho. Meu trabalho sempre acaba no mistério do desconhecido, que considero a dádiva da vida. Nas comunidades, encontrei músicas e danças que nunca foram divulgadas antes.
Ministro das Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos acredita que o projeto dará mais visibilidade às comunidades quilombares.
- É importante que outras sociedades tenham contato com a existência das comunidades e descubram seu valor histórico - ressalta.
Santos alerta para a necessidade de preservar a história e a cultura quilombolas.
- Ao mesmo tempo em que se descobre essas comunidades isoladas, que mantiveram tradições e forma de comunicação próprias, é preciso estar atento para que não sejam aculturadas.
Bolívar Torres, JB Online
segunda-feira, 5 de julho de 2010
QUILOMBOS: RESISTÊNCIA ONTEM E HOJE.
Quilombo urbano: Cidade Tiradentes
Por Cinthia Gomes*
Parlamento negro Cidade Tiradentes, no extremo da zona leste de São Paulo, é o distrito mais negro do município: cerca de 60% dos 280 mil habitantes são afrodescendentes. “Cidade Tiradentes é um quilombo. Meu trabalho aqui teve muita ajuda de lideranças, moradores que estão na luta para transformar o distrito”, afirma o subprefeito Arthur Xavier. Exercendo o cargo desde 2005, ele é o único subprefeito negro da cidade de São Paulo. Formado em Ciências Contábeis, aposentou- se como gerente de administração financeira da Companhia Energética de São Paulo e então começou a trabalhar mais intensamente na vida política. Filiado ao PSDB, pela identificação com o parlamentarismo, coordenou a campanha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no interior de São Paulo, foi assessor do secretário-chefe da Casa Civil, atuou na Fundação CASA (antiga Febem), além de ter acompanhando a privatização do setor energético. Anteriormente, Arthur Xavier militou em diversos movimentos populares e associações de bairro.
Além da majoritária população negra, outra característica marcante de Cidade Tiradentes é fato de ser um bairro-dormitório: lá está a maior concentração de conjuntos habitacionais da América Latina, são 40 mil unidades habitacionais, construídas na década de 1980 pela (Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo) - Cohab -, pela (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) - CDHU - e por grandes empreiteiras. O distrito foi concebido para abrigar a população desalojada de outras regiões em decorrência de obras públicas. Mas, sem o devido planejamento, o resultado foi a criação de um bairro retirado (Cidade Tiradentes, distante 35 km do centro de São Paulo; são duas horas de viagem), sem infra-estrutura básica de serviços, saúde pública e transporte.
DESENVOLVIMENTO
Aos poucos, a situação do distrito e de seus moradores está começando a mudar. O Expresso Tiradentes, um corredor de ônibus que ligará a região ao centro, reduzindo o tempo de viagem para 70 minutos, deve ser concluído no final deste ano. Além disso, foram feitos investimentos públicos e privados nas áreas de saúde, educação e serviços. Mas talvez o grande diferencial da administração do subprefeito Arthur Xavier seja o foco em ações voltadas para a valorização da cultura e da auto-estima da população negra. Ele criou os concursos “Bonequinha do Café” e “Vovó do Café”, que premia mulheres afro-descendentes (pretas e pardas) de 16 a 23 anos e a partir de 60 anos, respectivamente; inaugurou a Praça Carolina Maria de Jesus e criou o Festival de Música Popular Canta Cidade Tiradentes e o Festival de Música Gospel Cidade Tiradentes. “As letras cantadas no Festival de Música me ajudaram muito. No primeiro ano, falavam que não tinha biblioteca, então criei um ponto de leitura; reclamavam que não tinha banco, trouxemos o banco para o distrito, entre outras coisas”, conta o subprefeito que também afirma que tem conseguido realizar todo esse trabalho graças ao apoio do prefeito Gilberto Kassab.
A mais recente conquista de Arthur Xavier para a comunidade é a decretação do Parque Municipal da Consciência Negra, no fim de 2007. O parque está numa área verde de 90 mil metros quadrados, cujo terreno, com acentuadas elevações, lembra o da Serra da Barriga, onde existiu o quilombo de Palmares. Há previsão da construção de um centro cultural, réplicas das habitações palmarinas e de trilhas na mata para caminhadas. “O Parque é uma homenagem ao grande herói Zumbi dos Palmares e à população local, que enfrenta no dia-a-dia uma luta grande. Todo esse trabalho de visibilidade da população negra e de melhorias em geral mudou a cara de Cidade Tirardentes. Conseguimos, também, reduzir a violência”, afirma Xavier.
"O Parque Municipal da Consciência Negra
é a mais recente conquista de Arthur Xavier
para a comunidade. Uma homenagem ao grande
herói Zumbi dos Palmares e à população de Cidade Tiradentes”
E o subprefeito não pára por aí: agora em fevereiro ele vai à França para firmar parceria para a construção de um centro cultural, com biblioteca, teatro, cinema, na área mais vulnerável do distrito, que compreende as regiões do Barro Branco, Vila Yolanda e Jardim Vitória. Em comum com um quilombo, além da população negra e guerreira, Cidade Tiradentes, cada vez mais, prima por viver com dignidade.
INDICADO PARA O 1° ANO DO IDB
Por Cinthia Gomes*
Parlamento negro Cidade Tiradentes, no extremo da zona leste de São Paulo, é o distrito mais negro do município: cerca de 60% dos 280 mil habitantes são afrodescendentes. “Cidade Tiradentes é um quilombo. Meu trabalho aqui teve muita ajuda de lideranças, moradores que estão na luta para transformar o distrito”, afirma o subprefeito Arthur Xavier. Exercendo o cargo desde 2005, ele é o único subprefeito negro da cidade de São Paulo. Formado em Ciências Contábeis, aposentou- se como gerente de administração financeira da Companhia Energética de São Paulo e então começou a trabalhar mais intensamente na vida política. Filiado ao PSDB, pela identificação com o parlamentarismo, coordenou a campanha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no interior de São Paulo, foi assessor do secretário-chefe da Casa Civil, atuou na Fundação CASA (antiga Febem), além de ter acompanhando a privatização do setor energético. Anteriormente, Arthur Xavier militou em diversos movimentos populares e associações de bairro.
Além da majoritária população negra, outra característica marcante de Cidade Tiradentes é fato de ser um bairro-dormitório: lá está a maior concentração de conjuntos habitacionais da América Latina, são 40 mil unidades habitacionais, construídas na década de 1980 pela (Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo) - Cohab -, pela (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) - CDHU - e por grandes empreiteiras. O distrito foi concebido para abrigar a população desalojada de outras regiões em decorrência de obras públicas. Mas, sem o devido planejamento, o resultado foi a criação de um bairro retirado (Cidade Tiradentes, distante 35 km do centro de São Paulo; são duas horas de viagem), sem infra-estrutura básica de serviços, saúde pública e transporte.
DESENVOLVIMENTO
Aos poucos, a situação do distrito e de seus moradores está começando a mudar. O Expresso Tiradentes, um corredor de ônibus que ligará a região ao centro, reduzindo o tempo de viagem para 70 minutos, deve ser concluído no final deste ano. Além disso, foram feitos investimentos públicos e privados nas áreas de saúde, educação e serviços. Mas talvez o grande diferencial da administração do subprefeito Arthur Xavier seja o foco em ações voltadas para a valorização da cultura e da auto-estima da população negra. Ele criou os concursos “Bonequinha do Café” e “Vovó do Café”, que premia mulheres afro-descendentes (pretas e pardas) de 16 a 23 anos e a partir de 60 anos, respectivamente; inaugurou a Praça Carolina Maria de Jesus e criou o Festival de Música Popular Canta Cidade Tiradentes e o Festival de Música Gospel Cidade Tiradentes. “As letras cantadas no Festival de Música me ajudaram muito. No primeiro ano, falavam que não tinha biblioteca, então criei um ponto de leitura; reclamavam que não tinha banco, trouxemos o banco para o distrito, entre outras coisas”, conta o subprefeito que também afirma que tem conseguido realizar todo esse trabalho graças ao apoio do prefeito Gilberto Kassab.
A mais recente conquista de Arthur Xavier para a comunidade é a decretação do Parque Municipal da Consciência Negra, no fim de 2007. O parque está numa área verde de 90 mil metros quadrados, cujo terreno, com acentuadas elevações, lembra o da Serra da Barriga, onde existiu o quilombo de Palmares. Há previsão da construção de um centro cultural, réplicas das habitações palmarinas e de trilhas na mata para caminhadas. “O Parque é uma homenagem ao grande herói Zumbi dos Palmares e à população local, que enfrenta no dia-a-dia uma luta grande. Todo esse trabalho de visibilidade da população negra e de melhorias em geral mudou a cara de Cidade Tirardentes. Conseguimos, também, reduzir a violência”, afirma Xavier.
"O Parque Municipal da Consciência Negra
é a mais recente conquista de Arthur Xavier
para a comunidade. Uma homenagem ao grande
herói Zumbi dos Palmares e à população de Cidade Tiradentes”
E o subprefeito não pára por aí: agora em fevereiro ele vai à França para firmar parceria para a construção de um centro cultural, com biblioteca, teatro, cinema, na área mais vulnerável do distrito, que compreende as regiões do Barro Branco, Vila Yolanda e Jardim Vitória. Em comum com um quilombo, além da população negra e guerreira, Cidade Tiradentes, cada vez mais, prima por viver com dignidade.
INDICADO PARA O 1° ANO DO IDB
DROGAS: PREVENÇÃO OU RECUPERAÇÃO? I
Folha-base
Drogas: prevenção ou recuperação ?
Depoimento 1:
Tinha apenas 7 anos quando experimentou pela primeira vez, uma dose de cocaína. Motivado pela curiosidade, declara. “Usei, porque queria saber como era. Meu irmão, por parte de mãe era usuário da droga. Mesmo assim conseguia levar a vida dele, normalmente, lá em Porto Alegre. Trabalhava e freqüentemente nos visitava em Rosário do Sul. Ele não deixava eu usar drogas quando estava por perto, mas quando ele saia, eu pegava escondido”.
Utilizando a folha-base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras. (Folha Modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
Atividade 2: Prós e contras. Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Drogas: prevenção ou recuperação ?
Depoimento 1:
Tinha apenas 7 anos quando experimentou pela primeira vez, uma dose de cocaína. Motivado pela curiosidade, declara. “Usei, porque queria saber como era. Meu irmão, por parte de mãe era usuário da droga. Mesmo assim conseguia levar a vida dele, normalmente, lá em Porto Alegre. Trabalhava e freqüentemente nos visitava em Rosário do Sul. Ele não deixava eu usar drogas quando estava por perto, mas quando ele saia, eu pegava escondido”.
Utilizando a folha-base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras. (Folha Modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
Atividade 2: Prós e contras. Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
DROGAS: PREVENÇÃO OU RECUPERAÇÃO? VI
Folha-base Drogas: prevenção ou recuperação ?
Depoimento 6:
"Meu sonho sempre foi trabalhar na empresa do meu pai, uma metalúrgica no interior de São Paulo que ele fundou há quarenta anos. Mas, quando cursava a faculdade de administração, comecei a cheirar muita cocaína. Ao conhecer o crack, foi amor à primeira vista. Quando minha família começou a controlar meu dinheiro, evitando que eu comprasse mais cocaína, decidi partir para o crack. No início, tinha medo de ficar como os mendigos que aparecem na televisão. Misturava crack com maconha pensando que assim o cigarro ficaria mais fraco. Um mês depois, já estava na droga pura. Como meu pai tinha crédito na cidade e todos me conheciam, conseguia dinheiro com facilidade. Quando perdi o crédito, me bateu um desespero e aceitei ser internado. Desde então, venho tentando largar a droga, mas com recaídas. A última foi há seis meses. Independentemente de quantos tombos a droga me deu, preciso me levantar e tentar de novo."
Utilizando a folha- base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras.(Folha-modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
Depoimento 6:
"Meu sonho sempre foi trabalhar na empresa do meu pai, uma metalúrgica no interior de São Paulo que ele fundou há quarenta anos. Mas, quando cursava a faculdade de administração, comecei a cheirar muita cocaína. Ao conhecer o crack, foi amor à primeira vista. Quando minha família começou a controlar meu dinheiro, evitando que eu comprasse mais cocaína, decidi partir para o crack. No início, tinha medo de ficar como os mendigos que aparecem na televisão. Misturava crack com maconha pensando que assim o cigarro ficaria mais fraco. Um mês depois, já estava na droga pura. Como meu pai tinha crédito na cidade e todos me conheciam, conseguia dinheiro com facilidade. Quando perdi o crédito, me bateu um desespero e aceitei ser internado. Desde então, venho tentando largar a droga, mas com recaídas. A última foi há seis meses. Independentemente de quantos tombos a droga me deu, preciso me levantar e tentar de novo."
Utilizando a folha- base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras.(Folha-modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
DROGAS: PREVENÇÃO OU RECUPERAÇÃO? V
Folha-base: Drogas: prevenção ou recuperação ?
Depoimento 5:
"Ainda hoje tenho pesadelos nos quais estou fumando crack. Acordo assustado e com raiva de mim mesmo. Não quero passar por aquilo de novo. Na fase pior, gastava todo o meu salário com a droga. Eu, que sempre ganhei tudo do bom e do melhor de meus pais, cheguei a roubar as coisas de casa para fumar crack. Vendi até Tupperware em troca de pedras. Quando meu pai disse que não me queria mais em casa, decidi pedir ajuda. Fiquei mais de um ano numa clínica de recuperação. Nesse tempo, percebi que o meu maior vício não eram as drogas, e sim pensar só em mim. Para me livrar do crack, tive de virar outra pessoa. Hoje, penso que o meu crescimento pessoal só é relevante se eu ajudar os outros a crescer. Consegui, assim, voltar para a casa dos meus pais, para o meu trabalho e estou namorando firme. Aos poucos, reponho os aparelhos eletrônicos que tirei de casa."
Utilizando a folha- base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras.(Folha-modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
Depoimento 5:
"Ainda hoje tenho pesadelos nos quais estou fumando crack. Acordo assustado e com raiva de mim mesmo. Não quero passar por aquilo de novo. Na fase pior, gastava todo o meu salário com a droga. Eu, que sempre ganhei tudo do bom e do melhor de meus pais, cheguei a roubar as coisas de casa para fumar crack. Vendi até Tupperware em troca de pedras. Quando meu pai disse que não me queria mais em casa, decidi pedir ajuda. Fiquei mais de um ano numa clínica de recuperação. Nesse tempo, percebi que o meu maior vício não eram as drogas, e sim pensar só em mim. Para me livrar do crack, tive de virar outra pessoa. Hoje, penso que o meu crescimento pessoal só é relevante se eu ajudar os outros a crescer. Consegui, assim, voltar para a casa dos meus pais, para o meu trabalho e estou namorando firme. Aos poucos, reponho os aparelhos eletrônicos que tirei de casa."
Utilizando a folha- base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras.(Folha-modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
DROGAS: PREVENÇÃO OU RECUPERAÇÃO? IV
Folha-Base: Drogas: prevenção ou recuperação ?
Depoimento 4:
"A ficha caiu quando sofri um acidente de carro. Estava virada, sem dormir, fazia quatro dias. Peguei o carro para ir comprar crack, mas não andei nem 100 metros e sofri um apagão. Dormi ao volante. Fiquei cinqüenta dias com os dois braços enfaixados e o rosto cheio de feridas por causa dos estilhaços do vidro. Já havia sido internada algumas vezes, mas sempre soube que voltaria à droga. Fazia meus pais pagar minhas dívidas dizendo que, do contrário, seria morta pelos traficantes. Em troca, eu ficava um tempo na clínica de recuperação. De uma delas, fugi pulando o portão. Com o acidente, percebi que tinha de me livrar daquilo. Agora estudo, luto para recuperar a guarda dos meus filhos e quero montar um grupo de apoio só para mulheres dependentes. Elas precisam perder o medo de procurar ajuda."
Utilizando a folha- base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras. (Folha-modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
Depoimento 4:
"A ficha caiu quando sofri um acidente de carro. Estava virada, sem dormir, fazia quatro dias. Peguei o carro para ir comprar crack, mas não andei nem 100 metros e sofri um apagão. Dormi ao volante. Fiquei cinqüenta dias com os dois braços enfaixados e o rosto cheio de feridas por causa dos estilhaços do vidro. Já havia sido internada algumas vezes, mas sempre soube que voltaria à droga. Fazia meus pais pagar minhas dívidas dizendo que, do contrário, seria morta pelos traficantes. Em troca, eu ficava um tempo na clínica de recuperação. De uma delas, fugi pulando o portão. Com o acidente, percebi que tinha de me livrar daquilo. Agora estudo, luto para recuperar a guarda dos meus filhos e quero montar um grupo de apoio só para mulheres dependentes. Elas precisam perder o medo de procurar ajuda."
Utilizando a folha- base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras. (Folha-modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
DROGAS: PREVENÇÃO OU RECUPERAÇÃO? III
Folha-base: Drogas: prevenção ou recuperação?
Depoimento 3:
Inconcientemente aos 16 anos entrei no mundo das drogas. Primeiro experimentei maconha e achei um barato. Embalado pela fumaça passei a cheirar cocaína, tomar L.S.D o barato era maior ainda. Meus pais se afastaram de mim. Perdi o emprego. Perdi minha dignidade. Hoje conscientemente aos 25 anos, chego ao fundo do poço. Com uma certeza, que aquele barato me custou muito caro.
Utilizando a folha-base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras.(Folha Modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
Depoimento 3:
Inconcientemente aos 16 anos entrei no mundo das drogas. Primeiro experimentei maconha e achei um barato. Embalado pela fumaça passei a cheirar cocaína, tomar L.S.D o barato era maior ainda. Meus pais se afastaram de mim. Perdi o emprego. Perdi minha dignidade. Hoje conscientemente aos 25 anos, chego ao fundo do poço. Com uma certeza, que aquele barato me custou muito caro.
Utilizando a folha-base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras.(Folha Modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
DROGAS: PREVENÇÃO OU RECUPERAÇÃO? II
Folha-base
Drogas: prevenção ou recuperação ?
Depoimento 2:
Ele, filho de pais separados, envolveu-se nas drogas aos 17 anos. “Minha mãe, mesmo debilitada pela hemodiálise freqüente a que se submetia, trabalhava como padeira para nos trazer o sustento, enquanto eu, o único homem da casa cuidava das minhas 3 irmãs”. As más companhias lhe introduziram, por curiosidade, ao submundo. Inicialmente, usuário de cigarro, álcool, maconha, posteriormente cocaína e crack, diz que levou apenas 5 meses para se tornar um viciado. O trabalho que sua mãe conseguira à ele, com esforço, como auxiliar de padeiro, por duas vezes fora sacrificado devido a dependência química. Demitido por justa causa vende suas próprias roupas, tênis, e outros utensílios para adquirir a droga. Entra no mundo do crime, faz roubos e assaltos e assim passa a conseguir o dinheiro que necessita. Como se não bastasse rouba até o próprio rancho do mês. Sua mãe, desesperada pede ajuda aos primos e amarra Eduardo com uma corrente, por três dias à mesa da cozinha e sai a procura de ajuda.
Utilizando a folha- base, o grupo vai assumir a personalidade do anônimo depoente como se fosse ele. Este personagem vai ganhando vida a proporção que o grupo vai desenvolvendo as atividades propostas, ou seja, fornecendo dados necessários para a sua recuperação.
Atividade 1: Cartilha Mudando Comportamentos – Secretária Nacional de Política sobre Drogas
Como vocês imaginam a face desta pessoa? Desenhe o seu retrato ou descreva-a em palavras.(Folha Modelo)
Afinal, qual é o problema?
Para iniciar, descreva aquilo que você está pensando em mudar no seu comportamento relacionado ao uso de álcool, tabaco ou outras drogas: o que, quanto e quando mudar? Preencha as lacunas:
Eu venho usando _____________________ há __________meses / anos.
Atualmente eu uso:
( ) Todos os dias ou quase
( ) Pelo menos 3 vezes por semana
( ) Todo fim de semana
( ) Uma vez por semana
( ) Outro: __________________________
(escreva aqui a frequência, caso as alternativas acima não sirvam)
A quantidade que eu uso normalmente é ____________________________________ (em copos/doses, cigarros, gramas, carreiras, comprimidos, pedras, dependendo do que você usa)
Os problemas que venho enfrentando (ou já enfrentei) por causa desse meu comportamento são: (descreva-os resumidamente)
Saúde:
Relacionamento:
Financeiro:
Policiais e judiciais:
Escola:
Trabalho:
Eu estou querendo:
( ) parar
( ) diminuir a frequência
( ) diminuir a quantidade
( ) ainda não sei bem o que quero.
Outro: _________________________________
Data:_____/_____/_____
terça-feira, 29 de junho de 2010
PROJETO VOZ ATIVA DOS ESTUDANTES (CAMPANHA ELEITORAL)
Principais propostas partidárias:
2° ano A
Partido do Arroz – Nivela mento da grade escolar
Partido da Organização Escolar – aulas mais interativas
Partido Político do Salesiano – Cantina – preços mais baixos
Partido dos Direitos Estudantis – fim das cotas para os negros
Partido Independente dos Políticos – Espaço para poder se expressar e falar.
2° ano A
Partido do Arroz – Nivela mento da grade escolar
Partido da Organização Escolar – aulas mais interativas
Partido Político do Salesiano – Cantina – preços mais baixos
Partido dos Direitos Estudantis – fim das cotas para os negros
Partido Independente dos Políticos – Espaço para poder se expressar e falar.
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